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Poemas Palíndromo: Da Terra

Poemas Palíndromo: Da Terra

Arreta!
Da origem me giro.
Levo mel e telemóvel.

Adoraria ir a roda
Aro, rua, aurora
Aroma namora

A tal reter,
É ter lata...


E maluca macula-me:
Sopapos e socos....

- Atinas a sanita...

- A mim mima!
- A mim mima!
E toma amo-te

- A mim mima!
- A mim mima!
E toma amo-te

- A mim mima!
- A mim mima!
- Atinas a sanitá!!

Socos e sopapos e maluca macula-me....
A tal, reter,
É ter lata...

Aroma namora
Aro, rua, aurora
Adoraria ir a roda

Levo mel e telemóvel
Origem me giro-a


Da terra - Claude Em homenagem a Pessoa mais Corajosa que eu conheço.

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Me ser e tecer

Me ser e tecer - Nuvem Tecerei, Eu decidi não desistir, Lutarei pela causa que me toca. Amor sem par, que se espalha como rede. Tecerei minha casa com fios de Amor, Sem modelo, seguindo o sentimento da corda, Criando, junto, meu próprio tecido. Eu fiarei, e vocês fiarão comigo. Eu me serei, e ao te ser, teceremos. Costurarei para nós uma rede, E dela faremos cabana, Que nos resguarde do frio, Que nos acolha da chuva. Coloriremos nossa tapeçaria com os fios de amores, Entrelaçando assim da nossa existência as cores, Teremos rede que nos divirta, Para nos embalar no balanço da vida. Rede que teremos orgulho em fiar. No fundo, busco família, Família leve e parceira, Que compartilha sonhos e lutas, Carrega junto as dores do ser, Que desfruta junto afeto e vitórias. Será a festa a cada conquista, Será o descanso nos dias pesados, Será a vila que cria as crianças. A proteção pra trapezista poder voar. Bora viver.      

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